Não sei porque escrevo coisas que nunca irá ler.
Faço poesias e canções que jamais vai saber...
Mas mesmo assim, grito o amor que está aqui dentro,
que arde como brasa e queima como fogo...
As vezes tenho que controlar a ansiedade de correr para seus braços...
Então choro, sofro, permaneço na solidão
da tua ausência e me afogo nesse amor que me consome...

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